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Searched for “Glass Fiber Production

  • 1Fibras de Vidro
  • Activity:Glass Fiber Production
  • Address:
  • Street 5 , 209 - Outeiro
  • 4480 - 110 Arvore - Vila do Conde
  • 2FERGLASS
  • Activity:Lighting and Decoration Items
  • Address:
  • Road National 242 , nº 57 - Vale
  • 2430 - 573 Moita - Marinha Grande
  • 4NewCar Grande Porto / Matosinhos
  • Activity:Glass for Cars
  • 00 351 220 990 290
  • Address:
  • Street D. João I , 259
  • 4450 - 165 Matosinhos
  • Description:
  • Serviços:

    . Substituição e Reparação de vidros para Automóveis*
    . Aplicação de Películas Solares
    . Restauro de Opticas
    . Limpeza de Viaturas
    . Lavagem de Estofos e de Interiores
    . Reparação de Bancos Queimados
    . Hidratação de Estofos em Couro
    . Polimento de Pintura


  • 5BONDGUARD - PROTECTION SYSTEMS
  • Activity:Glass for Cars
  • 00 351 253 822 186
  • Address:
  • Street Alexandre Herculano , nº115
  • 4750 - 107 Arcozelo - Barcelos
  • Description:
  • BONDGUARD - PROTECTION SYSTEMS
    Automoveis - Motos - Truck&Bus
  • 6EURO-GLAS
  • Activity:Glass for Cars
  • Address:
  • Bairro do Areeiro - Moselos , s/n
  • 3515 - 292 Viseu
  • 8Vidraria Macedense, Lda.
  • Activity:Trade Frames & Glasses
  • Address:
  • Alameda Nª. Srª de Fátima , 27
  • 5340 - 201 Macedo de Cavaleiros
  • 9ATVIDROS
  • Activity:Glass and Crystal
  • Address:
  • Street Artur Sobral , S/N
  • 4740 - 338 Fão - Esposende
  • 10VIDRARIA EURO VIDRO
  • Activity:Trade Frames & Glasses
  • 00 351 256 338 337
  • Address:
  • Street Antonio Sampaio Maia , Edificio S. Bento - Nº 38 - Loja A
  • 4520 - 616 S. João de Ver
  • Description:
  • Histótia do vidro....Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios. Segundo a Enciclopédia Trópico: “Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse, Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto.” Esta é uma versão um tanto lendária. Mas, notícias mais verossímeis, relatam que o vidro surgiu pelo menos 4.000 anos A.C.. Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1.400 A. C., dedicando-se, acima de tudo, a produção de pequenos objetos artísticos e decorativos, muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas.... Historia do vidro em Portugal....Foi só no século XVIII que se estabeleceu em Portugal a indústria vidreira — na Marinha Grande — e ainda hoje esta existe. Anteriormente, há notícia, desde o século XV, da existência de alguns produtores artesanais de vidro. É conhecido o labor do vidreiro Guilherme, que trabalhou no Mosteiro da Batalha. O vidro era obtido através da incineração de produtos naturais com carbonato de sódio (erva-maçaroca). Houve diversos fornos para a produção vidreira em Portugal, mas a passagem de uma produção artesanal, muito limitada, para a produção industrial foi lenta. Uma fábrica existente em Coina veio a ser transferida para a Marinha Grande, em consequência da falta de combustível. Estava-se no reinado de D. João V. A proximidade do Pinhal de Leiria, teria aconselhado a transferência da antiga Real Fábrica de Coina. Depois, o Marquês de Pombal concedeu um subsídio para o reapetrechamento desta fábrica vidreira na Marinha Grande.

    Em 1748 estabeleceu-se na Marinha Grande John Beare, dedicando-se ali à indústria vidreira. A abundância de matérias primas e de carburante aconselhavam o fomento dessa indústria naquela região. Em 1769 o inglês Guilherme Stephens beneficiou de importante protecção do Marquês de Pombal e estabeleceu-se na mesma localidade: subsídios, aproveitamento gratuito das lenhas do pinhal do Rei, isenções, etc. A Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande desenvolveu-se a ponto de ser Portugal, a seguir à Inglaterra, o primeiro país a fabricar o cristal.

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